*



*

Princípio da submissão

Não sou tua submissa porque Te amo.

Te amo porque sou tua submissa.


Amar Yasmine

*


Minha Alma

Eu amo minha alma despojada



Minha doce alma submissa



Minha alma que espera.. espera.. espera



Minha alma que espera quieta, subserviente e nua



Eu amo esta minha alma



Que de tão devassa e suja



Se torna pura



Amar Yasmine

*







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26 de ago. de 2011

Dor... Medo...



Tão sofrido fechar o blog.. Estou com tanto medo de tudo.. Dor... Medo... coisas que pelas mãos dELE me faziam sentir tanto prazer e agora só me fazem sentir horror.

Que todos os deuses, anjos, fadas, magos e bruxas, que a minha natureza sobrevivente e todas as forças do Universo tenham piedade de mim, que esta dor está doendo mais forte que eu jamais pude imaginar.


25 de ago. de 2011

Abandono.. morte


Teu olhar me aviva
Tua algema me liberta

Teu açoite me anima
Me atiça a tua pega

Teu poder me faz cativa
Tua gaiola me faz bela

Tua presença me fez viva
Tua ausência.. abandono.. morte.. em pax


Amar Yasmine

28 de jul. de 2011

Lembranças...




Ontem acordei com um farfalhar de asas dentro do meu quarto. Ainda de olhos fechados pensei: deve ser um morcego – é comum receber a visita de vários animais que entram pela varanda do meu quarto, sobretudo morcegos. Abri os olhos e vi um bichinho encolhido no vidro da porta. Estava tão agarrado que à distância não dava nem pra identificar que animalzinho era.

Levantei e fui olhar de perto. Ai, meu Deus, era um beija-flor. Tão pequenino que não acreditei que pudesse voar e o bico parecia maior do que o corpo. Estava assustado, tremendo. Eu o peguei, coração batendo forte e o aconcheguei... Que delicia! Ele não esboçou nenhum movimento e aos poucos se acalmou. Então abri as mãos pra ver se tinha algum machucado e se as asas estavam inteiras. Ele estava perfeito.

Era de um tom azul noite, meio furta-cor, lindo. Os olhos pretinhos e brilhantes me olharam confiantes. Então, fui pra varanda pra soltá-lo e abri as mãos bem devagar, embora meu desejo egoísta fosse de mantê-lo pra sempre comigo. Ele ficou por um instante livre, porém quieto, talvez não acreditando que eu lhe dava o direito de ir... E voou para o abacateiro que tenho no fundo do quintal.

Antes que ele pousasse num dos galhos, minha vida me passou pela cabeça e eu chorei de saudades do amor possessivo da minha mãe.
Eu tinha menos de 10 anos e pensava olhando pra ela: "Deus, se um dia ela for embora eu não poderei mais respirar." Eu olhava pra minha mãe como se ela fosse Deus... Como viver sem a sua presença? Eu não admitia a vida sem ela.

Na adolescência as rusgas tão normais entre mãe e filha vieram.. Era natural o embate. Mas, não entendíamos, ela me queria perfeita e apenas pra ela. Quanto a mim, me sentia sufocada... E eu queria voar com minhas próprias asas.

Ainda adolescente me casei, tive filhos e compreendi finalmente este amor de mãe que, de tão imenso, peca. Aí o Tempo foi cruel e nos roubou o espaço que precisávamos para nos aconchegar de novo... E ela se foi me deixando perplexa diante do mundo.

Às vezes tenho pesadelos e neles eu chamo por ela. Imploro: "Mãe, não quero mais voar sozinha. Vem voar comigo!" Acordo sempre com a dura realidade que será inútil minha súplica. Dela apenas terei as lembranças, as lições, que agradeço ter recebido.

As recordações do amor desmedido e sufocante da minha mãe por mim são belas. Tão belas e essenciais que até hoje almejo um amor tão sufocante quanto o dela.

Saudades muitas daquele colo, daqueles ombros, daquele cheiro, daquela voz, da textura daquela pele, daquele olhar, daquele amor opressivo. O pequenino beija-flor, ontem no meu quarto, me trouxe lembranças da minha mãe.

DEXPEX_{Amar Yasmine}




As coisas e os animais são o que são e permanecem o que são. Mas o homem será o que ele decidiu ser. O seu modo de ser, a existência, é um sair para fora em direção à decisão e à automoldagem. Assim, a existência é um poder-ser e, portanto, é incerteza, problematicidade, risco, decisão, impulso adiante. Este impulso pode ser em direção à Deus, ao mundo, ao próprio homem, à liberdade, ao nada..

(Jean-Paul Sartre - Da Liberdade à Consciência)

14 de jul. de 2011

La petite mort



Eu adoro sexo, sempre adorei. Mesmo quando não sabia ainda o que era o orgasmo, que eu prefiro chamar de gozo.

A primeira vez que gozei achei que estava morrendo e choreiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... Eu tinha 14 e ele 45... era um homem maravilhosamente ordinário o meu dentista.

Ele subiu minha saia até a cintura, arrancou minha calcinha, abriu minhas pernas e ficou olhando... eu não sabia mas já adorava ser escancarada e olhada. Ele fez isso e começou a beijar minhas pernas... subindo pela parte interna das coxas... me roçando a pele com seu bigode ruivo, atrevido e macio.

E eu pensei: "será que ele vai colocar a boca lá???"

Não estranhem, eu vivia trancafiada por pais muito conservadores e rígidos que me vigiavam 24h por dia. Mas, como diz o diabo, nada segura uma mulher com tesão... nem mesmo quando ela é apenas uma menina. Eu não ía sozinha a nenhum lugar, mas ele era dentista de toda a família e eles tinham certeza que ele era sério.

Sua boca subindo ávida pelas minhas coxas e eu pensando que aquilo não podia existir porque ninguém colocaria a boca no sexo de outra pessoa... Mesmo assim, deixei que ele se regalasse em mim, sem dizer uma só palavra. E o medo que eu estava de falar e ele parar de fazer coisa tão boa? Por isso, fiquei imóvel e muda..

Que o mundo acabasse naquela hora! Era tudo que eu queria. Pra que viver depois de uma maravilha daquelas?

Ele levantou minhas pernas até que os joelhos tocassem meus seios e as manteve flexionadas e escancaradas. Degustou meus líquidos com absoluta calma e prazer. Afundou a língua macia tentando me invadir, alternando com movimentos suaves em volta do grelo, bem de leve... do jeitinho que deve ser uma boa chupada.

E foi num átimo que o gozo chegou e me pegou de cheio.

Estaria eu morrendo? O choque surpreendente.. O coração voando louco.. O sangue circulando velozmente por todo corpo.. Meu rosto que eu sabia rubro... todo meu ser derramando labaredas.. O amolecimento.. A incapacidade de esboçar qualquer reação.. O entorpecimento.. A calma.. A paz!

Me esvasiei de chorar por baixo e por cima.. sim, eu solucei de prazer e de medo... medo de morrer... e eu estava, sim, morrendo.

_Calma, menina, esta não é a morte derradeira, é apenas "la petite mort", como chamam o gozo, os franceses.

E os poucos meus soluços se transformaram num suave ressonar junto ao peito dele.

28 de abr. de 2011

ELE chegou e....



Nesta Semana Santa ganhei o mais lindo e precioso presente que poderia ganhar: A presença do meu DONO, SENHOR DEXPEX, em nossa casa. Foram cinco deliciosos dias, só nós dois, respirando o mesmo ar, vendo o mesmo azul e as mesmas nuvenzinhas brancas no céu, debaixo da mesma lua.

2010 foi um ano muito difícil para nós, não pudemos nos ver como havíamos planejado. Quando me lembro das saudades imensas pelo longo período de espera, meu coração aperta e choro... mas, sempre sou salva por um sentimento de satisfação comigo mesma, por ter confiado cegamente no meu SENHOR, esperando com a alma leve como deve ser a alma de toda escrava.

Não vou dizer que tenha sido fácil, não foi mesmo. No entanto, durante os 15 meses que fomos impedidos de encontrar não vacilei, não o crivei de perguntas, não desconfiei, não duvidei de suas palavras e O esperei da forma mais digna e despojada, com toda a compreensão, temperança e carinho necessários.



Perto de sua chegada, todo o meu ser em festa, meu corpo ardia de desejos de dar a ELE minha carne para que saciasse seus desejos mais sádicos e mais obscenos e, nos dias que antecederam à sua chegada nao consegui comer, beber e nem dormir.

Quando o vi no desembarque, a boca seca e o coração saltando na garganta pensei: Que mulher feliz você é, Amar, por poder se doar de corpo e alma a este HOMEM que é seu DONO e por ter a chance de avivar em sua mente que em vc ELE tudo pode e em vc ELE tudo tem.

Mas, as coisas não saíram como pensei. Não tenho nenhum pudor em contar aqui o que aconteceu, acho que meu relato pode ser útil para novas escravas quando sentem medo da dor. Também para escravas experientes, que por algum motivo vêem seus limites despencados de um momento para outro e sua fragilidade vir à tona. Só queremos ser perfeitas... rs... como se isto fosse possível...



Sim, eu queria ser perfeita nos cinco dias que ELE estaria aqui... mas, amarelei. Embora minha submissão fosse absoluta, tive medo da dor que tanto me excita. Cada vez que ELE se aproximou de mim com seu sorriso sádico eu estremeci e me encolhi de medo. Isso não parou meu DONO, no entanto. ELE me bateu, me mordeu, me queimou.

Houve momentos que chorei muito... solucei... a dor me vinha como um gigante ameaçador. Implorei que parasse, coisa que nunca fiz. Meu DONO teve toda a paciência do mundo, mesmo assim fiquei muito frustrada comigo mesma por ver meus limites no chão, por querer servir plenamente e não conseguir. Mais de uma vez pedi perdão. ELE, até me perdoou... mas, fez valer sua vontade e me deixou essas marcas lindas.

Antes de nos despedirmos eu perguntei:
_DONO, algo te desagradou?
ELE me olhou fixo e me respondeu com outra pergunta:
_Onde está sua resistência, Amar?
Morta de vergonha, de cabeça e olhos baixos, ousei:
_Ela voltará a ser como sempre foi e até melhor, DONO. É uma promessa!

Assim que ELE partiu me corpo reagiu e eu desejei sentir todas as dores desperdiçadas, mas agora terei que esperar por sua nova chegada para dar-lhE TUDO que ELE merece dos meus carinhos, da minha servidão e do meu masoquismo, que não são uma simples ilusão, mas o que de mais real tenho em mim.



Obrigada, meu DONO,
por tua comprensão, paciência
e por todos os carinhos.

Obrigada, meu DONO,
por me permitir estar a teus pés
e por me fazer a mais feliz das escravas
de todos os tempos, e de todo o universo.


DEXPEX_{Amar Yasmine}

6 de fev. de 2011

Meu sonho no Vietnam





Quando era criança conheci o Vietnam através de algumas fotos e me apaixonei por sua beleza. O país é deslumbrante e Hanoi uma cidade repleta de mistérios e magia.







Declarada pela Unesco em 1993 como Patrimônio da Humanidade, a baía de Halong, próxima à cidade de Hanoi, possui cerca de 3 mil ilhas de calcário que se elevam das águas nos seus 120 kilômetros de costa, num território com cerca de 1.553 kilômetros quadrados.





É a mais conhecida baía do Vietnam. A maior parte das ilhas não está habitada nem é afetada pela presença humana. Sua beleza rara é complementada pelo interesse biológico que ali existe. As ilhas têm um número infinito de praias, grutas e cavernas.



Quando um dia tive acesso pela primeira vez à internet, pesquisei e descobri que, segundo uma lenda local, há muito tempo, quando os vietnamitas lutavam contra os invasores chineses provinientes do mar, o Imperador de Jade enviou uma família de Dragões Celestiais para ajudá-los a defender seu povo.



Contam os vietnamitas que estes dragões lapidavam as pedras de jade e com elas confeccionavam jóias e adereços. As jóias se transformaram nas ilhas da baía e uniram-se para formar uma grande muralha à frente dos invasores. Deste modo, conseguiram afundar os navios inimigos. Assim, formaram o país que é hoje conhecido como Vietnam. Ha Long significa "Descendente do Dragão".



As belezas física e arquitetônica do país me seduziram completamente. Por causa disso, eu acho, há muitos anos tenho um sonho recorrente que estou no Vietnam. No segundo andar de um sobrado, num quarto branco, despojado de tudo, onde há apenas uma cama de metal.

Há também uma mesinha en frente à cama e, apoiado nela, um velho ventilador de pás enferrujadas da época da segunda guerra mundial. É, aquele mesmo ventilador e aquele mesmo quarto que eu descrevi no meu post de 14 de agosto de 2010, que chamei de "Como eu sou".

Uma das paredes do quarto, para ser mais exata a que está à esquerda da cama, tem em toda a sua extensão janelas enormes. Elas são cobertas por persianas de madeira cor de mel, o que confere um aconchego desconcertante ao local.

Dentro do quarto o aroma é de flores muito adocicadas e o calor está forte e úmido. Ouço um barulho semelhante ao de abelhas numa colméia e me aproximo da janela para conferir. Com cuidado, abaixo uma das ripas da persiana e discretamente olho para que ninguém saiba que estou ali. Dentro do quarto é quase noite. Pela cor, lá fora é o início da tarde, no entanto. O sol está forte... mas, chove.

Dentro do próprio sonho, todos os elementos me fazem lembrar de quando era criança e saía cantando com meus amigos pelas ruas:

Sol com chuva, casamento de viúva
Chuva com sol, casamento de espanhol
...


Neste meu sonho absolutamente igual sempre, é tudo muito lindo, delicado e, sem saber porque, eu latejo forte.


DEXPEX_{Amar Yasmine}

8 de set. de 2010

O corpo em brasas e a mente suja de tesão



Desejando que me arrastes
Para que eu apague com a língua
Tuas pegadas pelo chão
Desejando que me amarres bem forte
E depois me surres... Muito
E me tortures de todas as formas
Me xingues e me humilhes
Que faças em mim
O que costumas fazer no banheiro



Que cuspas na minha cara
E, não satisfeito,
Que escarres na minha boca
E que teus olhos brilhem muito
E tua boca fique com aquele esgar de sadismo
Que me leva à loucura
E, assim, que gozes muito em mim
Meu maior presente



Oh, VIDA minha!
Quem dera tirar de Ti
Todos os incômodos e todas as dores
Quem dera colocar a teus pés
Todas as alegrias e prazeres
Quem dera ser teu gênio da lâmpada
Ser tua gueixa primorosa
Quem dera... Quem dera sempre
Ser tua puta, tua cadela



Quem dera...
Quem dera ser teu real sonho de consumo
Mesmo já sendo tua

DEXPEX_{Amar Yasmine}

14 de ago. de 2010

Como eu sou



Esta sou eu, pega de surpresa por uma colega de trabalho quando voltava para a assessoria de imprensa. Sem nenhuma pintura, nem um batom. Nenhum artifício, nenhuma máscara.

Gosto de mim assim, crua, sem pretenção... cabelos jogados de qualquer maneira, olheiras fundas e escuras, nada de sofisticação, nada de enfeites, nada que possa prender a atenção de alguém num primeiro momento... passando despercebida... sem camuflar o real.

Sou uma pessoa simples. Adoro galerias subterrâneas, pontes imensas e solitárias, masmorras e velhas construções inacabadas, abandonadas à própria sorte... linhas de trem em desuso, invadidas pelo mato... escadas bambas em espiral, com corrimãos sujos, penduradas sobre abismos...

Me fascinam os corredores de paredes estreitas que levam a pequenos quartos iluminados por luz fraca, vermelha, como nos filmes de Wong Kar Wai... bebidas, cigarros e incensos baratos, exalando um forte cheiro de sexo.... e o barulho ritmado de um velho ventilador com pás enferrujadas, fazendo fundo para o som do velho rádio onde se ouve música da década de 40... da época da 2ª Guerra.

Reconheço o luxo, mas não dou a mínima para ele. Não me importo com "5 ou mais estrelas". Não dou a menor bola para motéis com saunas, hidromassagens, tetos retráteis, camas imensas e macias, roupas de cama de cetim, ou algodão com mais de 500 fios. Prefiro hotéizinhos de beira de estrada, ou perto das rodoviárias, com quartos que só possuem uma cama e um espelho quebrado. Para mim, o sexo não precisa de luxo, só carece do desejo genuíno, que desafia a tudo e a todos...

1 de ago. de 2010

A buceta e a alma



Uma exige

A outra espera

Uma arde

A outra adoça

Uma se exibe

A outra se recolhe

Uma queima

A outra refresca


Uma ordena

A outra, obedece

Uma é brava

A outra, mansa

Uma é líquida

A outra, éter

Uma é puta

A outra, santa


Uma comanda

A outra se submete

Uma geme

A outra suspira

Uma é vagabunda

A outra, anjo


Quando uma quer,

Nem sempre a outra entende

Quando uma dorme

A outra sonha

Quando uma sonha

A outra urge


Uma grita

Goza

Vive

A outra

Diz sim

Se submete

Serve


DEXPEX_{Amar Yasmine}



26 de jul. de 2010

Puta de mel



O que está acontecendo comigo? Há dias que tudo em mim está mais sensível. Como nunca esteve. Mãos suando gelado, rosto afogueado, orelhas queimando, pele ardendo, couro cabeludo sem poder tocar.

As veias sobressaindo, em especial as do pescoço que, quando falo, parecem que vão saltar. Olhos muito brilhantes, percebendo os mínimos detalhes de cada coisa. Ouvindo muito mais do que o normal e com mais clareza. Sentindo mais os odores e com tato de cego. Uma secura na boca e na garganta... Total falta de apetite.

Não, não uso drogas, sequer bebo. A não ser um vinho de vez em quando. Mas, me sinto bêbada... ou drogada... sei lá. O peito apertadíssimo, parece não caber o coração enorme e enlouquecido lá dentro... que nem o sexo... latejando.

Sinto saudades de algo que ainda não vivi, mas que desejo intensamente viver. Estou fazendo justiça ao apelido de "puta de mel".

20 de jul. de 2010

Morrendo em paz



Tudo é larva fervente
quando estou em tuas mãos...
e pulsas teso
“in” mim.
Coração acelerado,
respiração cortante,
olhares desvairados,
rítus de prazer
que nos deformam a face,
tua voz rouca a me chamar:
_PUTA!!!
E a bofetada forte
que explode na minha cara.
Te retribuo
com meu melhor olhar de amor e desafio
e, quando me viras de quatro,
minha voz mais indecente:
_É muito bom foder o rabo da tua filhinha,
meu DONO???...



Digo,
olhando pra trás,
com olhinhos muito doces
e o mais cínico
dos sorrisos que tenho,
aquele que não dou pra mais ninguém
porque só Tu sabes deter
os demônios que ele solta.
_QUIETA!!!
Meus cabelos,
rédeas
firmes em tuas mãos.
Teu cheiro,
teu gozo,
teu peso
desaba sobre mim.
Te descanso em minha boca...
Ai.. ai...
o gosto da tua porra quente!!!
Minha língua faminta
viaja no teu corpo...
e, insana,
tenta em vão te consumir.



Teus tremores,
teu gozo,
o meu.
O suor que nos cola ainda mais.
Gememos.
Gritamos.
Rugimos.
Quanta pureza!
Somos dois animais.
E, satisfeitos, morremos em paz!

DEXPEX_{Amar Yasmine}


As imagens foram um carinhoso presente da minha querida amiga {ísis}_MN. Ela disse que se lembrou imediatamente de mim quando as encontrou. Obrigada, linda menina do Mr. Nelson.

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